25 outubro 2014

Se permitir: a arte de viver.

Olá colegas, amigos e leitores!

Quarta eu postei um texto sobre amor próprio (http://sexconvi.blogspot.com.br/2014/10/amor-proprio-o-que-e-isso-afinal.html) e hoje continuo com a temática, mas pensando no lado do se permitir a ser, pois o que mais observo nas pessoas é um certo medo que as pessoas têm de se decepcionar e de se machucar e essa contenção por muitas vezes causa adoecimento mental.

Inclusive uma das coisas que observo é a questão do medo de transparecer que somos humanos, que somos seres ora assertivos, ora errantes, criativos e únicos em essência e vejo que grande parte das pessoas que conheço, possuem grande preocupação.

A dependência eterna do que o próximo pensará sobre é engano, pois o ato de submissão ao próximo te faz perder a identidade como ser único e o pior, perde-se a oportunidade de resolução dos problemas e dificuldade cotidianas que por muitas vezes são simples de resolver, mas que por contratos sociais e egoísmo, acabamos deixando de lado e mentindo pra nós mesmos e para as pessoas ao nosso redor.

As vezes dizer que estamos incomodados, felizes, eufóricos, etc para as pessoas não é um ato criminoso e nem sinal de fraqueza, mas sim uma forma espontânea de se relacionar com o mundo e isso oferece base de confiança nas pessoas ao nosso redor te faz pessoa e não máquina.

Se as pessoas admitissem um pouco mais suas fraquezas e agissem com mais humanidade/humildade, seriam mais felizes e teriam um mundo interno agradável, pois todos os afetos seriam recebidos como parte integral de nosso ser e a elaboração disso se daria de uma maneira mais tranquila, pois é bem sabido que o ato de negar o sofrimento exige muito mais de nós do que a aceitação dos fatos e a elaboração por esta.

Assumir o que se é, é uma atitude de libertação de muitas coisas e isso exige coragem, mas quando atingimos boa parte disso, sabemos o que queremos da vida e abrimos o olhar para enxergar o que a vida pede de nós, o mundo não é brincadeira de criança, mas se não brincarmos um pouco com a vida, vivemos uma vida robótica, de não aceitação de nós mesmos e de ódio ao que somos.

Termino o texto por aqui e deixo algumas músicas como sempre.


Abraço no coração de todos vocês.










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