24 dezembro 2013

Natal: Gota d'água do mundo capitalista e outras reflexões sociais.

Olá colegas, amigos e leitores queridos!

Hoje pela manhã estava assistindo um vídeo de natal com minha caçula e foi como uma porrada no meio da nuca, comecei a refletir sobre o Natal e sobre o significado do Natal e fiquei muito triste e decepcionada com a vida e com o ser humano.

Natal a meu ver, deveria ser uma época de reflexão, de amor ao próximo e não de gastar mais do que se ganha em presentes, o capitalismo roubou mais uma data do calendário, vendendo necessidades que são criadas para alimentá-lo. Veja bem meus queridos, até a decoração natalina nos remete ao que não é cultura nossa nesse período do ano, a neve  por exemplo, deveríamos decorar a árvore com gotas de chuva em um belo de um coqueiro, aqui tem chuva, não neve.

Mas não vim aqui falar de Natal somente, vim trazer minha indignação com o mundo, pois o ser humano está se esquecendo de ser-humano, a coisa hoje em dia é pior, na época dos meus pais, as pessoas recebiam educação de verdade, porém ainda era o resquício da era sólida, da época em que existia frustração como aliada do desenvolvimento da mente.

Hoje em dia na era fluída não se permite o movimento da frustração, é a era da satisfação imediata, pois essa satisfação imediata nutre o sistema capitalista e o sistema não enxerga o indivíduo e sim o acumulo de capital.
Ouço várias vozes no meu cotidiano reclamando de tudo, mas não vejo o movimento de mudança, elas continuam cegas e acomodadas e não se permitem pensar de verdade na maneira ilógica que vivem, não se dão o direito, seguem o barco da maneira que dá, passam a vida.

A TV vende a todo momento violência, intolerância, incompreensão, valores distorcidos das coisas e satisfaz em nossa mesa do café da manhã, almoço e jantar a nossa necessidade bélica e quando acontece manifestações como aconteceram esse ano todo, colocam os manifestantes como causadores da desordem e dos bons costumes, o que a televisão te vende é na verdade uma mordaça social, sim você é um amordaçado mental, que perde teu direito à reflexão quando dá credibilidade as coisas que são ditas, ou melhor impostas por esses veículos de desinformações, tenho nojo hoje em dia de ver determinados noticiários.

A gota d’água foi um jornalzinho de quinta querendo desmoralizar o SUS, dizendo que o Banco Mundial havia dito coisas que são mentira, o SUS é direito de todos vocês e é um sistema Marxista implantado no meio do capitalismo, está em pleno desenvolvimento ainda, existe somente a pouco mais de 20 anos, perguntem aos idosos como era na época que só existia a previdência se era bom, hoje em dia pessoas de todas as classes sociais podem se tratar, mesmo que ainda existam lacunas a serem melhoradas e preenchidas, o sistema de saúde brasileiro tem beneficiados várias pessoas, que se fosse na época da previdência estariam mortas.

Atualmente o SUS se preocupa com prevenção, tratamento e promoção de saúde, o dia que pensarem em criticar o SUS entrem em contato com o Conselho Municipal de Saúde da cidade de vocês e entrem na luta para melhora desse sistema, conheçam o sistema como ele é ao invés de ficar no achismo e falo mais, achismo te deixa na ignorância do que realmente são as coisas e alimenta o sistema capitalista, que não está nem aí para vocês, seres que pensam, sentem e amam.


Bom é isso pessoal, deixo meus votos de que todos tomem consciência do mundo e de como tudo isso está bizarro, deixo duas músicas do Barão Vermelho que foram muito felizes no álbum “Carne Crua” inteiro ao criticar de forma elegante e inteligente nossa atual condição.


29 outubro 2013

Jura Secreta e as revelações dos sentimentos

Olá queridos!

Estava aqui agorinha ouvindo Raimundo Fagner, muito bom Fagner e ouvi duas músicas que falam sobre a temática repressão, na verdade falam sobre aprisionamento mental, que a meu ver causa muita dor pra quem vive assim, porém tais mecanismos de defesa são essenciais para viver em sociedade, não podemos fazer tudo que bate vontade, temos que ter discernimento mental para a ação, mas quando isso te faz prisioneiro do modo “como as pessoas vão pensar”, amigo você sofre e nem sabe o porquê e de onde vem esse sofrimento.

Outro dia estava no Facebook e dei de cara com uma postagem esdrúxula que dizia o padrão de mulher que os homens gostam, fiquei horrorizada com isso, pois descreviam vários tipos de comportamento sociais que todos os seres humanos emitem, mostram um perfil de um ser domesticado e bem treinado, o retrato de uma mulher totalmente submissa ao homem. Tal post no FB, me fez lembrar das histéricas da época do Freud, que de tanta repressão social adoeciam gravemente, de tanto negar a sua natureza íntima e social, acabavam suas vidas em manicômios.

Fagner sabiamente na música “Jura Secreta” fala de algo que fica trancafiado, amordaçado que é o movimento de “liberdade”, nos traz uma pessoa que viveu a vida totalmente à mercê do que a sociedade dizia ser certo, falou não pra si mesmo e só disse sim ao que o mundo solicitava, portanto, viveu uma vida de negação aos sentimentos, não adquiriu a autonomia, não se permitiu sofrer e não se relacionou verdadeiramente com o mundo que tanto lhe causa medo, pavor de ser rejeitado e justamente esse pavor é o que tirou seu movimento de criatividade e espontaneidade.

A outra música (Revelação) que estava ouvindo completa “magicamente” o que eu estou tentando dizer, negar sentimento não faz com que ele desapareça, só causa mais dor no coração, o que faz desaparecer realmente é a elaboração da dor, é tomar consciência de como lidar com ela.

O sentimento recalcado sempre volta, vem à tona, não desaparece jamais, sempre fica cutucando o cotidiano, quanto mais trancafiamos as coisas, piores elas ficam e cada vez mais pesadas e difíceis de resolver, com os anos pode ser que se torne doença, pois a mente clama por resolução.
Não adianta fingir que os sentimentos não existem, pois a cada momento de nossas vidas eles se colocam a frente de nossas vivências, quem não sente é psicopata.

Bom pessoal deixo vocês com muito carinho no coração e volto em breve, pois não adianta negar o Blog a vontade de escrever nele é maior e nesse momento vai me servir novamente para não esquecer do que realmente amo pesquisar, ou seja: a sexualidade.

Minha nova proposta para o Blog é escrever sobre outras coisas também, por isso mudei o título, vou escrever sobre tomada de consciência de algumas coisas do cotidiano, ainda vão ocorrer várias mudanças.

Me despeço deixando uma do Chico Buarque que faz pensar no meu projeto de mestrado, vou fazer minha pesquisa sobre arte vinculada ao processo terapêutico, minha volta ao mundo da escrita e das pesquisas e as outras músicas do Fagner.






27 outubro 2013

Nova fase do Blog

Olá meus queridos!

O Blog passará por algumas transformações, começando por mudar o nome que por 5 anos foi "Sexologia, ciência e vida" e agora muda para "Sexualidade Consciência Vida", faz alguns anos que penso em mudar o nome e não tive coragem, mas chegou o momento de fazer essa alteração.

Já fazem alguns meses que não escrevo aqui, mas não consegui parar um segundo para escrever, estava em processo seletivo para o mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina e passei, estou morando em Florianópolis agora.

Logo volto com um texto novinho em folha e um novo layout, quero fazer essa alteração também, mas a criatividade cibernética ainda não possuiu a pessoa aqui.


Boa semana para todos vocês e até mais.

24 março 2013

Equidade afetiva e utopias: reflexões sobre relacionamentos narcísicos.

Olá colegas, amigos e leitores queridos do meu coração!!!

Estava aqui pensando nos relacionamentos e no que consigo observar de algumas coisas relacionadas a isso e uma delas é a relação espelho, que cobramos da pessoa que está conosco algo que nem sempre as pessoas possuem em seu íntimo e vivemos eternamente buscando algo perfeito, que se encaixe perfeitamente no que a gente pensa que é certo, isso não é relacionar-se, isso tem outro nome: UTOPIA. 

Estava vendo um programa na TV esses dias atrás que mostrava a bailarina Ana Botafogo, que simplesmente imagina o passo de dança e assim ela já está ensaiando apenas com o pensamento e isso nos mostra que a mente é sim um universo de ações e realizações intimas. Foi pensando nisso que decidi que esse assunto merece um post. 

A utopia dos relacionamentos afetivos é real, pois a mente humana não se satisfaz somente com vivencias materiais e concretas, mas também com fantasia, ou seja, sonhamos o tempo todo e isso nos movimenta pra realizações reais, portanto a coisa fica ruim quando queremos impor isso aos parceiros (as) e não sabemos separar as coisas, temos dificuldades de enxergar o que é viável e o que não é, o que é sonho e o que é realidade. 

Somos seres desejantes, muito desejantes, famintos por satisfações, realizações e prazer, mas isso se complica quando tudo está desorganizado em nossas mentes e essa confusão acaba afetando de alguma forma nossas relações com as outras pessoas, pois esperamos demais do externo e nem sempre o externo pode oferecer essa satisfação, é só no nosso mundo interno.

Nem sempre o parceiro (a) sabe ser carinhoso e compreensivo da forma como esperávamos, não é porque não querem e não é porque sabemos ser e temos consciência disso que o outro tem as mesmas condições, noções e vontades que nós, nem sempre é assim, se esperamos muito do que o outro tem pra nos oferecer, ficamos rabugentos, desrespeitamos o próximo e acabamos na solidão, mesmo porque ninguém tem obrigação de ser o que desejamos, afinal, o desejo é nosso, acredito que se o desejo é nosso, nós devemos ser da forma que desejamos e não da forma que as pessoas esperam de nós.

Estava pensando um pouco na teoria da evolução e nas adaptações, Darwin dizia que os animais que possuíam maior capacidade e facilidade para se adaptar ao meio, eram os mesmos que garantiam a espécie e acho que essa lógica cai bem em relacionamentos afetivos, se desejamos ter um relacionamento saudável, não basta só estar com alguém, amar a pessoa e ficar tocando o terror na cabeça da pessoa, querendo que a pessoa seja da forma que queremos e acreditar na ilusão que só assim seremos felizes, sendo assim, tem suar a camisa, relacionamento não é algo perfeito e nem pré-fabricado como nas comédias românticas, exige flexibilidade de ambos, em se adaptar a vida à dois. 

Acredito muito que só conseguimos nos relacionar com alguém quando desejamos partilhar nosso mundo e viver o mundo da outra pessoa, quando desejamos saborear outras vivências, que não só as nossas, como diria o Frejat na música “O Nosso Mundo”, arrependido de ser tão egoísta no relacionamento que entrou em extinção por ele não se adaptar à vida da parceira e só pensar no seu umbigo narcísico, portanto ele canta

“ Se eu ainda soubesse, como mudar o mundo, se eu ainda pudesse saber um pouco de tudo, eu voltaria atrás no tempo”

Mudar o mundo de ambos envolve parceria, sair da condição de estar só para acontecer a união dos universos e isso abrange entrega e flexibilidade das duas partes, afinal ou a gente vive uma relação de espelho, em que obrigamos e coagimos o outro a ser da forma como queremos ou flexibilizamos tudo, mudando nosso cotidiano nos adaptando a uma nova vida com a pessoa amada e na pior das hipóteses saímos do relacionamento, pois nada funciona.


Para finalizar o texto deixo a música que citei e uma outra da cantora Pitty, que traduz muito como é ser vítima de relacionamentos espelho. 




20 março 2013

Homem primata: Seremos macacos de novo...

Olá colegas amigos e leitores! 

Meu pai é uma figura muito bacana pra conversar de várias coisas e sempre quando estou com alguma indagação bacana, tenho o hábito de conversar com ele e certo dia nesses papos, eu toda paranoica falando que o ser humano está negando totalmente a essência da vida substituindo tudo por tecnologia, medicações, fast-food, internet, satisfação imediata das necessidades e que não se sabe como serão o lado biológico e mental do ser humano daqui uns anos, pois tudo isso é muito recente na história da humanidade e mesmo com os estudos, não tem como saber o que vai ser daqui uns 200 anos, pra onde isso tudo vai evoluir.

O seu Laudelino muito sábio, solta aquela famosa frase de Albert Einstein:

“Eu não sei com que armas a Terceira Guerra Mundial será disputada, mas a Quarta Guerra Mundial será travada com paus e pedras”

Pensando muito nessa frase me toquei de uma coisa, o ser humano está cada vez mais apático com seu próximo e essa apatia não é atoa, com tanta satisfação imediata de seus desejos, a frustração e a espera tão necessárias para se viver em sociedade, estão perdendo o sentido e a cada dia vemos seres humanos com um grau de tolerância muito abaixo do que se espera do desenvolvimento sadio, penso eu que os mecanismos de defesa estão cada vez mais fragilizados, pra não dizer que a cada dia se desenvolvem de maneira insatisfatória ao convívio em sociedade.

Freud em seu artigo “O futuro da ilusão” diz que só existe sociedade, pois recalcamos nossa natureza instintiva e esse recalque se dá justamente para nos protegermos das forças da natureza, é como se o homem primata que existe em cada ser humano, fosse controlado para se proteger racionalmente dos perigos da natureza.

Eu tenho visto muito noticiário ultimamente e novos fios de cabelo branco surgem no topo da minha cabeça, pois as coisas estão piorando, uma atrocidade maior que a outra, filhos matando os pais, negligência médica em hospitais públicos, maus tratos com animais, acidentes de carro causado por substâncias ingeridas sem controle, familiares matando suas crianças, seja por espancamento, seja por negligência como no caso do pai que deixou a criança sufocada no carro, dentre outras coisas.

Fico pensando que todas essas ações só podem partir de algo muito deformado, ou seja a mente humana esta deformada (malformada), pois todos assistem isso como normalidade, a propaganda nesse horário rende muito para as emissoras e desgraça gera dinheiro e isso a meu ver, já é um tipo de psicopatia social, a televisão nos mostra diariamente vários sintomas de que a humanidade está doente.

Aí fico pensando no cotidiano, com as pessoas que temos contato, observo em meu meio, mães gritando com seus filhos, sem perceber que isso é gravíssimo no desenvolvimento de um ser humano, simplesmente não se importam, tratam como lixo e quando a criança se rebela, as mesmas colocam culpa na criança por seus atos, transfere suas deficiências para a criança que não entende nada e implora por um pouco de atenção e carinho.

Penso também nos homens que tratam mulher como objeto, seja aqueles que pegam um monte na balada, sim o ficar só para satisfação sexual é uma forma de tratar o próximo como um reles objeto de uso, seja aqueles que agridem psicologicamente ou fisicamente suas parceiras e ainda jogam a culpa na parceira por seu nervosismo. Fico pensando também nas pessoas que se aproveitam umas das outras, mentem trapaceiam e que olham para o próximo como moeda de troca e isso tudo me faz pensar em uma só palavra: PSICOPATIA.

Pessoas, esse transtorno se dá pela falta de empatia tão necessária para se viver em sociedade, não é o psicopata com a faquinha na mão, mas existem vários vivendo entre nós, vou deixar o link no final do texto para vocês entenderem um pouco mais dessas pessoas e se protegerem delas, pois a mente dessas pessoas já foi desenvolvida sem afeto, nós pessoas afetivas somos vistos como presas, da mesma forma que o afeto faz sentido e sentimos, essas pessoas não sentem e nos prejudicam e muito.

Aí que entra Einstein nisso tudo, se tudo está deformado (malformado), se os valores e o respeito ao próximo têm virado algo muito estranho ao ser humano, seremos macacos de novo, ou seja, se não existir mais o princípio de realidade e a frustração, vamos virar primatas, sem controle de nada, vivendo por instinto, matando uns aos outros sem culpa.

Pena que algumas dessas coisas já estão bem visíveis atualmente com as guerras, o tráfico de drogas, a violência à mulher (“Mim Tarzan, você Jane”) e chego à conclusão que todos estão esquecendo-se de uma coisa: animais irracionais conseguem viver em harmonia com o ambiente, não são eles que estão destruindo o planeta, somos nós e acho que chega a ser um ciclo e voltaremos à estaca zero novamente, sendo que voltando a ser primatas, convivemos harmonicamente com o todo, visto que estamos vendo vários estágios da humanidade ao mesmo tempo, pela telinha da sala na hora do almoço.

Bom, para finalizar o texto, acredito que tudo isso está vindo à tona como Einstein mesmo falou e lutaremos realmente com paus e pedras, deixo pra vocês o link sobre psicopatia e três músicas que mostram de forma mais lúcida o que eu escrevi no texto e um vídeo muito legal, acho que vocês vão se identificar. Próximo texto será sobre sexualidade meu povo, tô com saudade de falar sobre isso.

"Mentes Perigosas: O Psicopata mora ao lado"-Ana Beatriz Barbosa Silva.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_de_personalidade_antissocial


http://arsm0.tripod.com/extensao/id10.html









06 janeiro 2013

Embalar: uma reflexão sobre a hipnose

Olá pessoas amadas do meu coração gigantão!

Ter criança pequena em casa de quem acabou de se formar dá nisso: reflexões e mais reflexões. Eu costumo dizer que a minha caçula tem me ensinado mais psicanálise do que todos os livros que já li e todas as aulas que assisti, afinal pra quem têm olhos pra observar, o desenvolvimento de um ser humano é algo extremamente maravilhoso.  

Estou com um texto quase escrito sobre psicopatia e evolução humana partindo de uma frase de Einstein, mas ainda não consegui terminar, então tive outro insight e resolvi escrever esse, porém esse texto é mais de perguntas do que respostas.

Certo dia estava eu embalando minha beberica, fazendo barulhinho repetitivo com a boca, meio parecido com música (não gosto de cantigas de ninar, acho um tanto terroristas) e consegui observar uma coisa: bebês dormem com a repetição, algumas pessoas ficam hipnotizadas com a repetição e fiquei com isso em mente até agora.

Acredito que isso seja de conhecimento geral, senso comum, rola até cena em desenho animado, a hipnose pode ser realizada através de sons repetitivos, movimentos repetitivos e eu fico pensando se essa repetição não seria nada mais, nada menos que um retorno a esse estado primitivo de nossa psique, em que nossos cuidadores nos embalavam repetitivamente até que pegássemos no sono?

Não estou dizendo que bebês são hipnotizados pelas mamães, mas que geramos esse soninho pelo embalar, pelo aconchego, pelo colinho gostoso, pelo cheiro, por amamentar embalando, etc.  Minha filhotinha pega na minha mão e dá a entender que só dorme quando eu pego a mão dela e começo a balançar repetitivamente.

Voltando ao ato de refletir: Fiquei pensando aqui, que nem todos nós somos passiveis à hipnose e se realmente isso ocorre, penso eu que necessariamente temos que ter uma espécie de segurança afetiva no hipnotizador, ou seja, temos que nos sentir em “casa” para desprender a mente a ponto de se deixar hipnotizar.

Deixo a pergunta para quem quiser responder, pode ser por e-mail ou aqui no blog mesmo: 

A hipnose tem mesmo essa ligação com o ato de embalar nos nossos primeiros meses de vida?


Pessoas feliz 2013 para todos vocês, se esforcem para fazer o ano de vocês melhor que o ano passado, pois acredito que se fizermos do hoje um lugar gostoso, o amanhã será um lugar melhor ainda e com lembranças maravilhosas, para saborearmos posteriormente.