01 fevereiro 2009

Frigidez: Um grande problema feminino e masculino.


Olá meus queridos amigos e leitores!!!

Sei que tenho batido muito na tecla dos textos feministas, e tenho maior prazer em informar que esse não deixa de ser mais um deles, a diferença desse texto é que pode ajudar alguns casais com algumas dificuldades sexuais.

A disfunção sexual feminina antigamente era chamada de frigidez, a nomenclatura muda, mas o significado é mesmo, ou seja, alterações do desejo, bloqueio total ou parcial da resposta psicossexual, falta de lubrificação vaginal, anorgasmia (falta de orgasmo).

Em alguns eventos acadêmicos relacionados à sexologia, discute-se muito o número crescente de reclamações das pacientes nos consultórios de ginecologia. Já ouvi ginecologista falando que sempre quando surge o assunto, mudam o foco da conversa pois não sabem como tratar a questão. Lógico que verificam a parte física da paciente.

Antigamente nossas queridas avós não reclamavam, pois a cultura da época era outra, só que atualmente com a ascensão do feminismo a mulherada resolveu colocar a boca no trombone e reclamar. Gostaria de frisar que o problema não é somente feminino, é masculino também, afinal, se a mulher não sente prazer, as “dores de cabeça” dentro do relacionamento estarão cada vez mais presentes na vida a dois.

Existem fatores orgânicos e/ou psicológicos para que o orgasmo não ocorra e dentre os físicos estão: Dispaurenia (dor nas relações sexuais), vaginismo (dor causada pela contração involuntária da musculatura perineal), uso de medicamentos que inibem o desejo, idade avançada.

Existem tratamentos para essas disfunções, mas em alguns casos existe a necessidade de psicoterapia, pois sabemos que se o corpo fica doente a cabeça também acompanha a doença. Dentre os fatores psicológicos a lista é grande e torna-se necessária uma atenção redobrada. Vou citar algumas causas psicológicas:

Religiões e tabus;
Violência sexual anterior;
Medo de engravidar ou de adquirir doenças;
Relacionamentos desgastados;
Falta de diálogo com o parceiro /a;
Educação sexual rígida e repressora;
Estresse;
Parceiro achar que o problema é somente da mulher;
Falta de repertório comportamental;

Existem tratamentos para frigidez psicológica, dentre eles estão:
Terapia cognitivo-comportamental focada no prazer feminino;
Aconselhamento sexual;
Uso de filmes ou visitas ao sex shop com intuito de aumentar o repertório comportamental;
Autoconhecimento (Masturbação);

A mídia atual pressiona as pessoas para uma atividade sexual teatral, como já disse em outro texto (Por uma atividade sexual mais tranquila). Esse tipo de sexo, leva a mulher continuar fingindo, como era na época de nossos pais ou avós. Observei em alguns sites, que mulheres chegam a ter medo ou repulsa de atos sexuais tais como beijos e toques e isso não está certo, simular ou abdicar o ato não é solução. Se abdicarmos, desistimos e se simulamos continuaremos com o mesmo problema.

Gente relacionamento sexual tem que ter diálogo para dar certo e meninos às vezes vocês acham que é frescura da namorada, mas em alguns casos a culpa é de vocês, não estou falando de todos, mas custa fazer uma preliminar com mais dedicação???

O prazer sexual feminino geralmente está localizado no clitóris até por volta dos 40 anos de idade e não se sabe por que, mas a mulher depois dessa idade passa a ter mais prazer na vagina.

Para terminar meu texto dessa quinzena, volto a pedir mais paciência nas atividades sexuais, não façam sexo pensando que vão tirar o pai da forca, isso não dá certo.


11 comentários:

Vecna's cave disse...

Rachel, me permite uma crítica construtiva?
Deixe a abordagem feminista dos seus textos, e eles melhorarão um bocado.
Sexo existe para homens e mulheres. Ambos tem dúvidas e problemas com isso. Acho que se você se propor a abordar ambos os pontos de vista, ajudará muito mais aos que vem em busca de ajuda, e fornecerá um repertório bem maior de conhecimento a vossos leitores.
Anyway, cumpre lembrar que também há casos de frigidez masculina. E acho que [quase] tudo se aplica aos sexos inversos nesse texto.

Raquel Moretti disse...

Paulo casos de frigidez masc chama-se impotência sexual e tem tratamento tb com medicação. A frigidez feminina quando não é física como eu escrevi é psicologica e na maioria dos casos o parceiro sexual acha que isso não é com ele, sendo que o parceiro pode ajudar mto no tratamento.Tudo o que eu busquei no texto é comprovado.Não é questão de feminismo, o texto é sobre frigidez feminina.
Abraços pra vc amigão.

Anônimo disse...

Meu marido tem um problema frigidez (não impotência), ele não se sente confortável com o toque,não se importa com sexo vive bem fazendo sexo uma vez a cada 3 meses.Ele tem 42 anos. e este período hoje de 2 ou 3 meses só esta aumentando, estou preocupada e não sei o que fazer para ele entender que tem tratamento e principalmente admitir que existe o problema.
GOSTARIA DE UMA SUGESTÃO.
ESTE SITE A BAIXO EXPLICA BEM O NOSSO PROBLEMA
http://www.velhosamigos.com.br/VOVOamaVOVO/ama18.html

Maria Raquel Moretti Pires disse...

Então!!!
Não tenho autorização para fazer tratamento virtual, pois, o CFP e o CRP não permitem e ainda não sou graduada.
O que posso fazer, é pedir que procure ajuda de um profissional.

Anônimo disse...

Olá meu marido tem o mesmo problema do anonimo, não gosta que eu o toco , so quando ele esta com vontade 1 vez por mes ou mais s oho 29 anos e ele tem 39 anos so tendo isso , estamos juntos a 10 anos e ele sempre foi assim, o qu faço? san

Maria Raquel Moretti Pires disse...

Volto a repetir...
Não tenho autorização para fazer tratamento virtual, pois, o CFP e o CRP não permitem e ainda não sou graduada.
O que posso fazer, é pedir que procure ajuda de um profissional não virtual.

Anônimo disse...

oi tenho 19 anos meu namorado tem 28 depois q tive minha filha pedi totalmente o interrese em sexo e quero muito volta a ter vontade de sexo devo procura um profissional??e que tipo de profissional??? conto com sua ajuda

Maria Raquel Moretti Pires disse...

Você pode procurar um ginecologista, para averiguar se há algo relacionado aos aspectos físicos e se necessário um psicólogo posteriormente.

Anônimo disse...

Oi tenho 30 anos sou lesbica , amo minha companheira , mais não tenho mais de fazer sexo , ao algum tempo tive um problema chamado bartolinite , depois desse problema sinto muitas dores e não consigo fikar com tesão , sera q meu caso tem jeito estou muito nervosa com isso , com medo dela pensa que não a amo mais.

Anônimo disse...
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Anônimo disse...
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