27 setembro 2008

Orgasmo feminino o que é isso afinal?

Meninos, vou contar uma coisa que vocês não sabem a grande maioria das mulheres fingem, somos extremamente insanas para agradar vocês, calma vai piorar antes de acabar meu post.

Se você perguntar para sua parceira, logicamente se estiver apaixona ou se ainda não se tocou da servidão patriarcal, com certeza vai negar isso, mas estou eu aqui para melhorar um pouco isso.

O maior problema disso tudo é a maldita educação machista que recebemos, de sempre agradar sexualmente o homem para ter ele sempre e acaba que nos tornamos reféns disso. As coisas estão mudando nesse sentido, ainda bem e vocês devem estar pensando: Como assim? Eu sempre achei que era o máximo na cama, afinal nunca ninguém reclamou - engano seu companheiro. Não se educa mulher para ser sincera nesses sentidos, lógico que não reclamam, imagina a cena???

Dá muito trabalho ter um orgasmo para a maioria das mulheres, muitas envelhecem e nem sentiram esses 7 segundos maravilhosos de prazer, nunca nem se quer chegaram ao estado mais gostoso do mundo e vocês sempre estimulados a sentir isso por vocês mesmos.

Nós não somos estimuladas a gostar de nossos corpos, nem mesmo se autoconhecer, isso vem como se fosse algo errado na cabeça e bobas, acreditam que o mais importante é agradar o parceiro, quando na verdade, o conjunto é mais gostoso e mais sadio. Nem sempre os homens estão dispostos à uma boa preliminar, pois para eles é muito mais fácil chegar ao orgasmo e as mulheres ficam chupando o dedo.

Existem homens que nem se quer sabem como é o corpo da mulher quando chegam ao orgasmo, vou contar para vocês meninos, mas vou fazer de forma fisiologicamente, primeiramente a respiração aumenta, a vagina torna-se mais profunda e com espasmos, o clitóris fica enrijecido, a salivação aumenta e na hora H tudo estremece, mas lembrem-se tudo isso pode ser fingido.

O propósito desse post é informar aos meus queridos leitores homens, que mulher também tem desejos e nem sempre conseguem conversar sobre eles, sendo que muitas chegam ao ponto de ter vergonha de falar, mesmo entre as amigas (isso me preocupa), e tornam-se mulheres amargas (não apáticas).

Outra coisa, existem homens que nem mesmo tem um grau de intimidade com a menina e já chega falando coisas obscenas, tudo bem que tem mulher que gosta, mas a maioria precisa de intimidade para isso. Fisiologicamente falando, sexo é uma necessidade humana, assim como ir ao banheiro, comer, beber água, etc. Os seres humanos são seres sexuais, então crianças, divirtam-se em conjunto, não em uma relação egoísta.

20 setembro 2008

“Pra que ficar juntando os pedacinhos do amor que se acabou? Nada vai colar..”.


Hoje vou começar o texto com essa música maravilhosa do Guilherme Arantes, esse trecho me fez refletir sobre relacionamentos fadados ao fracasso, e que por alguns motivos continuam. Penso no sofrimento que esse tipo de relacionamento gera e no tempo e energia que se gasta para manter algo desse tipo.


Detalhe: Não estou julgando essas pessoas de forma alguma, só estou tentando entender como funciona esse tipo de relação.


Primeiramente no início do namoro tudo é maravilhoso, aí passa um tempo de namoro fica mais estabilizado em relacionamentos sadios, mas em alguns relacionamentos o ciúme, inveja, submissão, dependência, etc, são os componentes que mantém a relação. A manutenção desse relacionamento pode ser por vicio, orgulho ou dependência afetiva ou financeira e o orgulho ou insegurança não deixam que chegue ao fim.


Vou pegar outra parte da música “Nada vai trazer de volta a beleza cristalina do começo, e os remendos pegam mal...”, uma coisa que o ser humano tem de gracioso, romântico e ao mesmo tempo imbecil, é a capacidade de achar que tudo um dia vai mudar. Pensam que tudo um dia vai dar certo, e ficam esperando anos e anos essa tal felicidade, que tudo vai voltar a ser divino, maravilhoso, e ao mesmo tempo sabem que isso nunca ocorrerá, pois as promessas de uma vida plena sempre são feitas em conjunto.


Surgem aquelas frases “Vou tentar ser mais calma”, “Vou ter mais paciência contigo”, “Faz tanto tempo que estamos juntos, para que terminar tudo isso? ” e nosso querido Guilherme volta falando “Afinal a gente sofre de teimoso quando esquece do prazer...”, esquecemos mesmo, até eu já cheguei a esquecer, em nome de uma falsa comodidade, é a primeira coisa que abrimos mão e deixamos de lado nossas vontades, desejos, em nome de uma instituição falida.


Acho que relacionamentos também não dependem somente de amor, dependem de companheirismo e respeito. Relacionamentos que só sobrevivem através de brigas catastróficas não valem a pena, não vale a pena deixar de ser feliz.


Termino meu texto pedindo, lembrem-se sempre de que somos seres únicos e individuais, a vida é uma só, afinal só temos essa pra sermos felizes ou tentar levar ela numa boa.


“Adeus também foi feito pra se dizer

Bye Bye, so long, very well”

12 setembro 2008

O Silencio dos Inocentes


Hoje vou trazer para vocês uma história fictícia pedofilia.


“Era uma vez” (vou começar dessa forma mesmo), um garotinho chamado Paulinho, ele adorava ir pra escola, brincar com seus amiguinhos, era muito carinhoso com todos e nessa época ele havia completado 8 anos de idade, festejando com seus amigos e familiares.

Seus pais eram considerados os melhores pais do mundo, responsáveis, sendo que sua mãe era professora de primário e seu pai advogado. Pouquíssimo tempo depois de seu aniversário, a mãe de Paulinho começou a trabalhar em uma escola próxima da casa deles e por não ter ninguém para cuidar de Paulinho, seu irmão Carlos ficou responsável por cuidar de cuidar do garoto à tarde quando chegasse da escola.

Carlos era instrutor físico em uma academia e Paulinho era louco pelo tio dele, chamava ele de amigão. No início, eles jogavam videogame, assistiam TV, Paulinho fazia sua tarefa logo que chegava em casa para ter mais tempo de brincadeira com o tio. Certa tarde o tio chegou da academia e foi para o banho, quando percebeu que Paulinho havia chegado, chamou o menino para tomar banho com ele e em um certo momento pediu pra Paulinho colocar a mão em sua genitália, dizendo que era o segredinho deles e o garoto mesmo contra sua vontade, concordou em fazer para agradar o tio.

Depois desse dia, quase todas as tardes o garoto tomava banho com tio e Carlos sempre dizia ao menino que nunca contasse para seus pais. Isso deixava Paulinho triste, mas como ele e a família gostavam muito do tio, tinha medo de ser desacreditado e por isso nunca contou aos pais.

Passados alguns meses, o rendimento escolar do garoto caiu e seus comportamentos amorosos e alegres não existiam mais, o garoto tornou-se o pior aluno da sala. Os pais e professores estavam preocupados com ele, pois não era normal aquele comportamento, só que nunca passou pela cabeça deles que o tio abusava sexualmente do menino, pois o garoto era muito apegado ao tio.

Certo dia Paulinho cansado e revoltado negou-se a tomar banho e seu tio nervoso espancou o garoto e abusou sexualmente a força. Quando a mãe do garoto chegou em casa como de costume, perguntou ao menino o que tinha acontecido, e o menino chorando assustado falou que tinha sido o tio, ela imediatamente perguntou a Carlos e ele respondeu que o garoto tinha quebrado o seu celular.

A mãe indignada expulsou Carlos de casa e levou Paulinho ao Hospital, o médico examinou o menino e percebeu marcas de abuso sexual e informou aos pais. Como o pai de Paulinho era advogado já sabia o que fazer, registrou o Boletim de Ocorrência levando Carlos à cadeia, o garoto fez tratamento psicológico por muito anos, mas recuperou-se parcialmente da violência que havia sofrido.

Gente volto a dizer que essa história é fictícia, mas poderia ser real, eu criei ela para mostrar de um modo informal, pois esse tipo de violência é silenciosa e ocorre em todas as classes sociais. O nosso dever como adultos é proteger a integridade mental de nossa futura geração e se houver desconfiança de que esteja acontecendo com alguém próximo à você, faça a denúncia, não pense duas vezes, esse tipo de violência pode chegar a consequências fatais.

Lembrando também que a violência sexual infantil, não é considerada somente quando é física, mas também por insinuações verbais ou visuais. O agressor na maioria dos casos nega que cometeu tal atrocidade.

Disque-denúncia 100 , isso mesmo é só digitar o número 100.

04 setembro 2008

Mocinho ou Bandido?

Para algumas mulheres ou talvez para a maioria delas, o "mocinho" é o ser ideal, sem defeitos e aí que está a questão:

Mocinhos são melhores que bandidos?

Sou defensora de relacionamentos de igualdade entre os gêneros, só que já tive tanto bandidos, quanto mocinhos em minha vida e vou usar meus exemplos neste texto.

Vamos então aos meus mocinhos, príncipes encantados, quando estive em relacionamentos deste tipo, começam perfeitamente bem, tudo de bom, tudo o que você diz ao mocinho ele segue, te venera, te trata como uma deusa, mas como sabemos, o mundo não é feito de perfeições, nem somos criados e educados dessa forma, então, começa a ficar um relacionamento chato, sem desafios, sem questionamentos, nem existe briga para fazer as pazes depois.

Fico pensando que para uma criança aprender a andar (sempre pego esse exemplo, acostumem-se) ou outras atividades cognitivas, ela tem que errar pra aprender e tudo com o passar do tempo é armazenando em seu "Repertório Comportamental". Os relacionamentos entre pais e filhos, nem sempre são de harmonia total, existem momentos de tempestade e de calmaria, e isso também serve para o aprendizado do convívio social, auxilia no desenvolvimento do ser social.

Agora voltando aos relacionamentos amorosos, coleguinhas chego à conclusão de que como nossos pais são bandidos e mocinhos ao mesmo tempo, um relacionamento saudável, também tem que se basear nessa lógica, as vezes ocorrem o momento do “sim” e do “não”.

Agora vou aos bandidos, ao mesmo tempo que são extremamente amáveis, bons de cama, dão a impressão de eterna conquista, pois eles têm opinião própria, não dependem de ninguém e para completar o quadro, são extremamente individualistas, são engraçados, racionais, não precisam de ninguém para faze-los felizes, são assim por eles mesmos. Então fica declarado aqui, mocinhos são ótimos amigos e bandidos são ótimos amantes.

Oh esse é o meu segundo post, tomara que isso aqui dê certo, estou super aberta à discussões e opiniões e se surgirem dúvidas, responderei o seu e-mail com a maior satisfação.